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quinta-feira, 21 de abril de 2016

29/12/14 - Dia 5 - San Pedro de Atacama-CHI


Dia reservado para visita aos Geysers. Fomos de van, assim como da outra vez (ver aqui). A estrada não é mais o inferno que era, dá pra vir de carro tranquilamente. O banho na piscina foi meio complicado, estavam poupando lenha e a caldeira que aquece a mesma estava liberando pouca água aquecida kkkkk, então todos tinham de ficar meio espremidos no cantinho, isso estava estranho haha. O passeio segue para o pueblo del Toconao, a vila mantida para os turistas. Bom para forrar o estômago com churrasquinho de gato e pastel de queijo de lhama. Se for mesmo de lhama é muito bom.

28/12/14 - Dia 4 - San Pedro de Atacama-CHI


Dia de descanso e passeios em San Pedro. De manhã ao Valle de la Luna, pertinho do centro. Almoçamos e em seguida fomos de moto até Termas de Puritama. Fica em direção aos Geysers del Tatio, antes da metade do caminho. A estrada está muito boa, apesar de não ser asfaltada. É um rípio compactado muito bom de andar. A única dificuldade são os rios que por vezes se sobrepõe a estrada, mas nada preocupante. Achei muito caro a entrada em Termas, mas como já era fim do dia o responsável nos cobrou metade do preço. 

27/12/14 - Dia 3 - 461km - Yala-ARG/San Pedro de Atacama-CHI




Dia da travessia da cordilheira e chegada ao Atacama, sem novidades para a maioria, mas sempre um momente especial. A cordilheira sempre pode ser imprevisível. Desta vez, o tempo estava muito agradável, nada de frio além do esperado para uma altitude de mais de 4.000m. Uma pena para quem queria ver neve, mas um alívio para quem já ficou preso na cordilheira, como o Marcelinho hehe. O tempo estava muito seco nos dias anteriores, então não vimos poucos resquícios de neve nas montanhas. A paisagem fica mais triste assim, de forma que somos sempre lembrados que estamos em um deserto.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

26/12/14 - Dia 2 - 882km - Corrientes-ARG/Yala-ARG


No segundo dia, a meta era chega a Yala, no pé da cordilheira de forma a não deixar muita quilometragem para o dia da travessia. Qualquer problema na cordilheira tem a agravante do frio, atitude e isolamento, por isso não gostamos de deixar muita estrada para esse dia. Além disso podemos ir sem pressa e curtir as paisagens.

Para isso, era necessário consertar o pneu do Márcio. Dia seguinte ao Natal, o comércio parecia meio lento ainda. A função de levar moto no guincho/procurar pneu/troca pneu consumiu toda manhã. Enquanto isso tentei achar pesos para trocar por Dólares, mas não consegui. Só na cotação oficial em uma agência de turismo, sem chance!

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

25/12/14 - Dia 1 - 864km - Erechim-BR a Corrientes-ARG


A meta do primeiro dia era chegar em Pampa del Infierno, vencendo metade da reta interminável até San Salvador de Jujuy, viajando parte do dia após o entardecer e escapar do calor interminável (sofrendo somente um dia assim). Não foi possível devido a diversos contratempos. Começando pelo meu, com a velha desculpa do despertador. Acordamos às 8h da manhã, quando a essa altura já deveríamos estar no mínimo em Carazinho, a 150km de distância. Mandei mensagem para o pessoal seguir viagem, combinando que nos encontraríamos na fronteira mesmo, em São Borja. Assim nos arrumamos rápido e seguimos, enquanto o resto de pessoal, que já estava adiantado, seguiu viagem em um ritmo menor de forma a equalizar nossa distância.

Nos encontramos afinal, por perto do meio-dia em São Borja, na fronteira com Santo Tomé-ARG. Trocamos alguns pesos na casa de câmbio na cotação oficial, cerca de 8 ou 9 pesos, para depois trocar mais nos postos na cotação do mercado paralelo, entre 12 e 14 pesos.