No segundo dia, a meta era chega a Yala, no pé da cordilheira de forma a não deixar muita quilometragem para o dia da travessia. Qualquer problema na cordilheira tem a agravante do frio, atitude e isolamento, por isso não gostamos de deixar muita estrada para esse dia. Além disso podemos ir sem pressa e curtir as paisagens.
Para isso, era necessário consertar o pneu do Márcio. Dia seguinte ao Natal, o comércio parecia meio lento ainda. A função de levar moto no guincho/procurar pneu/troca pneu consumiu toda manhã. Enquanto isso tentei achar pesos para trocar por Dólares, mas não consegui. Só na cotação oficial em uma agência de turismo, sem chance!