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sexta-feira, 16 de maio de 2014

Impressões finais - Viagem à Ushuaia



Algumas considerações finais sobre a viagem, são meus comentários particulares, e somente a respeito do trecho que percorremos em cada país, época do ano, etc..., não podendo ser generalizado...

Clima
*Argentina - Muito calor nas províncias de Entre Rios, Corrientes, Paraná e Buenos Aires. Clima de montanha em Bariloche e muito frio a partir de Rio Grande
*Chile - Temperatura agradável maior parte do tempo, mas muito frio nas altitudes mais altas da carretera austral, choveu bastante.
*Uruguai - Calor em todo o trajeto
*Brasil - Calor em todo o trajeto

Câmbio/Dinheiro
*Argentina - O Câmbio esta muito bom, praticamente 4 pesos por 1 real. A gasolina ainda é a mais barata mas já está próxima do nosso preço. A partir de Rio Negro a gasolina é subsidiada pelo governo (muito barata). Hotel e Comida mais barato que no Brasil. 
*Chile - O país mais caro pra se viajar, gasolina e hotel muito caros. Comida empata com Brasil. O cambio foi de 1 real = 225 pesos
*Brasil - Preço da gasolina de 3,00.
*Uruguai - Está bem caro. Preço da gasolina passa fácil de R$4,20

Segurança
Em nenhum momento nos sentimos ameaçados nesse sentido. Cidades grandes como Ushuaia, Rio Grande e Rio Gallegos, muito tranquilas. Só em Buenos Aires é bom ficar atento.

Estradas
*Argentina - Trechos ruins somente em La Pampa, pequenos trechos. O restante do asfalto é um tapete. Alguns pedágio perto de Paraná e Rosário. Trechos de rípio: Paso Futaleufú (40km), Ruta 40 (80km).
*Chile - Perfeito, não se encontram buracos. Sinalização excelente. Sem pedágios. Trecho de rípio complicadíssimo na Carretera Austral, trechos em obras. Trecho de rípio mais tranquilo em Tierra del Fuego (80km), está em obras também.
*Brasil - Alguns trechos bem ruins no RS, no geral está bom. Sem pedágio
*Uruguai - Excelentes estradas. Sem pedágio

Polícia
*Argentina - Polícia nos parou em Entre Rios para conferir documentação, tudo certo. Parados também em Rio Gallegos 2x, 1 vez para mostras as bagagens e outra para assinar um caderno de registros. Nem um centavo gasto.
*Chile - Não existe propina, polícia muito séria.
*Uruguai e Brasil - Não fomos parados na estrada nenhuma vez.

Aduanas
*Argentina - Muito rápida, exceto nas 2 aduanas em Tierra del Fuego (San Sebastian e Paso Integração Austral).
*Chile - rápida, mas eles revistam as malas em busca de alimentos e coisas do tipo. Muito lento em San Sebastian e Paso Integração Austral.
*Uruguai - Muito rápido.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

O Guia de Hospedagem do Moto Viajante


http://guiamotoviajante.blogspot.com.br/

A intenção deste blog, e fornecer aos motociclistas  um banco de dados com opções de hospedagem para viajantes da América do Sul, oferecendo informações de livre acesso a todos e contando com vários colaboradores. Já existem diversas ferramentas para tal espalhadas pela internet (Trip Advisor, Guias de Mochileiros, etc.), mas nada destinado exclusivamente aos viajantes de motocicleta e aberto ao público. Em geral, temos requisitos diferentes do que uma hospedagem deve oferecer ao viajante. Muitas vezes, a experiência passada por um mochileiro ou viajante convencional pode não servir para "nós". O principal, talvez, é que na maioria dos casos, estamos mais preocupados com o bem estar da moto, que com o nosso próprio, o local deve ser seguro e de preferência com garagem (nem sempre temos essa informação antes de sair de casa). Esse e outros requisitos como localização, preço, acesso, segurança do local/redondezas, ambiente também devem ser levados em conta.

Este blog é aberto a todos, qualquer um pode enviar sua experiência  preenchendo o modelo sugerido. Caso houver o interesse, você pode ser tornar um colaborador também, ajudando ainda mais nossos "irmãos", afinal é isso que somos. Let's Ride!

segunda-feira, 11 de março de 2013

Escolhendo um bom Slider... e um modelo inédito para NAKEDS

Texto extraído do site MOTONLINE, esclarecendo muitas dúvidas a respeito do tema! Boa Leitura!!


Texto: Paulo Couto
Fonte: Motonline



Certamente vocês já ouviram falar do popular “mata-cachorro”, aquela estrutura de metal que se usa (ou se usava) em algumas motos para proteger suas partes mais caras de danos graves em caso de quedas. O mata-cachorro se tornou popular lá pelos anos 70, quando muitos usavam bolinhas de naftalina no tanque para aumentar a octan agem do combustível e fazer a moto andar mais... Depois de muito motor destruído e carburadores solidificados com tanto resíduo de nafta, e talvez um pouco de amadurecimento do motociclista, a naftalina foi finalmente esquecida, bem como outros mitos absurdos no mundo motociclístico, mas o mata-cachorro não, esse continua firme e forte e é uma das primeiras peças que os incautos procuram colocar em suas motos, especialmente nas Customs. 

A questão não é o mata cachorro em si, e sim os “projetos” dos mata-cachorros vendidos no Brasil. As motos Harley Davidson, especialmente nos modelos maiores, usam mata-cachorro sem problema algum. São cuidadosamente estudados para não causar danos ao quadro em casos de queda, e se deformar adequadamente reduzindo os danos à moto e ao piloto. Infelizmente, não é qualquer barra de metal que faz esse papel corretamente. Nosso colunista Luis Sucupira há coisa de quatro meses atrás sofreu uma queda boba com sua Shadow 600, queda essa que não teria causado nenhum dano na moto e nem a ele se não fossem justamente dois acessórios muito populares e mal projetados vendidos largamente no país. Um deles é a popular “bolha” de acrílico (que devia ser proibida...) que se quebrou em lâminas afiadas como faca. Se ao invés de uma queda lateral (uma derrapagem comum) como a que ocorreu Sucupira tivesse tido uma batida frontal, daquelas onde o motociclista é jogado para frente da moto atravessando a bolha, àquelas laminas assassinas teriam realizado uma bela lipoaspiração no seu abdômen. E o suporte de metal da tal bolha, aquela maldição planejada por um aprendiz de engenheiro, entortou e destruiu o painel da Shadow que sequer havia encostado no chão. Um a zero para o acessório popular mal projetado... 


Nessa queda boba o outro acessório causador de danos foi justamente o mata cachorro, um belo bigode de metal bastante popular, cheio de cromados e o-rings de borracha fazendo “estilo Custom” que ao entortar prensou o pé esquerdo do Sucupira que, mesmo usando uma bota reforçada, precisou de uns 10 dias para curar a luxação. Dois a zero para o acessório popular mal projetado. 

Agora imagine você, dono de uma moto esportiva com carenagem completa, ou uma moderna Naked cheia de estilo, instalando uma barra de metal cromada em formato de bigode na frente do quadro, achando que está protegendo algo... É para isso que foram inventados os Sliders, especialmente para as esportivas, ou os protetores de motores envolventes para as Big-Trails, que são mais eficientes no fora de estrada. Hoje vamos falar dos Sliders, e em especial de um ótimo produto fabricado e vendido no Brasil pela Procton Racing.


Slider é uma variância do “Slide” que em inglês que significa deslizar, o Slider seria, portanto, o “deslizador”, ou seja, um ponto de contato da moto com o chão feito especialmente para deslizar no asfalto, daí porque nas Big-Trails não se usam Sliders... Como é que eles deslizariam na terra? 

No exterior “Slider” é um termo genérico, é possível encontrar “Frame Slider” (para o quadro), Knee Slider (para o joelho do motociclista) e vários outros deslizadores para asfalto. No Brasil, chamamos comumente de Slider especificamente aquele que protege a moto. Ele pode ser fixado na carenagem (não é muito eficiente, porque a carenagem é frágil, mas em certos casos é o único lugar disponível para a instalação), mas é mais comum ser encontrado para fixar no quadro ou diretamente no motor, e podem ser do tipo “direto” ou “indireto” conforme o tipo de suporte usado na instalação. Infelizmente, nem toda moto permite uma adequada instalação de Sliders, por isso é importante avaliar o modelo de suporte mais adequado para a sua moto. O Slider direto é preso diretamente no quadro (daí a denominação “direto”), a maioria das motos esportivas tem pontos de instalação de Sliders em seus quadros com os devidos rasgos na carenagem para deixá-los aparentes. Já o indireto faz uso de algum tipo de suporte para ser instalado, e aqui vão os primeiros cuidados na escolha: A cabeça de impacto (a parte que recebe o choque e desliza no asfalto) é sempre a mesma nos dois tipos, mas o tal do suporte pode se deformar antes da hora ou ele mesmo deformar o quadro, causando um dano na moto muito maior do que a queda poderia causar. Tem muito suporte imbecil nesse mercado, feito pelo mesmo tipo de engenheiro que desenvolveu para os automóveis o “pino bola” que não suporta carreta de engate, e usado pelo mesmo tipo de público consumidor...


Aqui começa a polêmica: Um bom Slider tem que custar menos do que a parte que ele teoricamente visa proteger, e ele precisa ter uma instalação simplificada, que não requeira alterações na moto como cortes na carenagem, furos no quadro ou outras gambiarras similares que evidentemente aumentam o custo da instalação a ponto de não justificar seu uso. Além disso, o Slider precisa ser substituível, pois seu objetivo é servir de contato com o chão, e em caso de queda, trocam-se apenas as pontas dos Sliders (ou as cabeças de impacto, como são conhecidas). E ele tem que ser bonito, combinar esteticamente com a moto linda que você acabou de comprar. Claro! 

Fiz algumas pesquisas sobre Sliders no Brasil e no exterior e vi muita barbaridade por aí. Alguns vendidos no Brasil não passam de tarugos de nylon revestidos com um adesivo imitando fibra de carbono com uma tampa cromada na ponta, e por dentro um parafuso comum prendendo-o no quadro (ou no motor, ou em um fino suporte de metal comum que se entorta facilmente). Vi motos acidentadas em algumas oficinas onde esse tipo de Slider, bastante popular, se quebrava não fazendo seu papel de ponto de contato, e com isso amassando tanque, rabeta, e tudo mais que ele deveria proteger. Em pelo menos dois casos (motos diferentes, com fixação diferente) o Slider causou um empeno no quadro por causa da fixação inadequada, em um deles causou um dano horrível no motor por causa do suporte mal projetado. Muito cuidado com isso! 

Nas minhas pesquisas encontrei o Slider da Procton Racing - http://www.proctonracing.com – com características muito interessantes. Além da beleza estética, o Slider da Procton tem um anel de poliuretano entre a base e a cabeça de impacto (em formato cônico) que amortece boa parte do impacto, mantendo a cabeça em contato com o chão mais tempo compensando o peso da moto. A cabeça em si é feita em liga de bronze, mais maleável que o aço, e por isso mesmo se deforma sem quebrar. O parafuso de fixação, esse sim é de aço inox e é bastante resistente, e não tem sua cabeça exposta. Ele fica embutido por dentro da cabeça de impacto, permitindo que mesmo depois da queda possa ser removido para a substituição de todas as peças necessárias. 

Sliders não fazem milagres. Não vão ajudar muito em uma batida frontal ou em um capotamento. Eles ajudam naquelas famosas escorregadas onde a moto desliza pelo asfalto ou naqueles tombos simples, até mesmo parado, evitando que partes caras da moto sejam avariadas.



O modelo da Procton é composto da cabeça de impacto propriamente dita, comum a todos os modelos, e do suporte especifico para cada moto. No caso da Bandit 1250S o Slider é preso no local onde fica o parafuso de fixação do motor no quadro, que é removido para dar lugar ao eixo do Slider. Preso à base (preta nas fotos) está uma barra de aço inox dividida em duas partes com uma cava no formato de uma meia lua na parte do lado esquerdo, e um longo parafuso também em inox que vai atravessar o suporte do motor. A tal “cava” em meia lua serve para dar espaço para a mangueira de água do radiador que passa encostada nele, e nos dois lados do Slider há anéis externos de poliuretano (preto, nas fotos) que se apóiam no motor e no quadro evitando torções dessa barra em caso de quedas. A instalação é muito simples, não levou mais de 10 minutos para ser feita sem a necessidade de nenhuma ferramenta especial. Complementando o kit existem os Sliders de balança, que em certas motos são bastante úteis, mas que no caso da Bandit tem função apenas estética. É fácil notar por que: Se no lado esquerdo efetivamente o Slider da balança serve como um ponto de apoio no chão, do lado direito o imenso escapamento é a primeira parte a “ver o chão” em caso de queda. E mesmo o uso de escapamentos esportivos menores não vai permitir que o Slider de balança desse lado faça o seu papel. Serve para montar cavaletes, pelo menos.


Na foto acima, vemos o Slider destruído como deve ser, mas seu parafuso interno está intacto. Na foto abaixo, vemos uma leve torção no suporte da CBR 1000RR, mas mesmo assim o Slider cumpriu seu papel.


Contactei Marcelo Gregório, da Procton Racing, para mais informações sobre o produto e ele me mandou algumas fotos dos Sliders destruídos após as quedas, entre elas as fotos acima tiradas pelo próprio cliente, de um Slider instalado em uma CBR 1000 RR 2008 (note que essa moto requer um suporte diferente do utilizado na Bandit), e segundo o depoimento desse cliente a moto só teve danos em uma pequena parte da rabeta e no retrovisor. 

A seguir, mais fotos dos Sliders instalados em uma Bandit.


Na foto acima vemos o lado esquerdo da moto, reparem que a mangueira de água passa exatamente pela cava na barra de suporte do Slider, e que o anel de poliuretano se apóia no motor evitando torções. 


O produto da Procton Racing é de primeiro mundo, excepcionalmente bem acabado e construído a partir de conceitos muito interessantes, e por isso fiz minha aposta neles. Infelizmente nem toda queda é igual e nem sempre o Slider (de qualquer marca) é capaz de salvar a moto, o que dificulta a análise da sua funcionalidade e torna muito subjetiva a validade dos depoimentos dos usuários que sofreram quedas. O que eu posso dizer é que há muito Slider no mercado brasileiro com visíveis erros de projeto, ou com suportes completamente imbecis, como vários outros acessórios vendidos livremente por aqui. Antes de comprar um Slider, investiguem bem a sua construção e principalmente a sua fixação na sua moto. Se possível peçam ao fabricante ou em oficinas de reparos fotos de motos avariadas ou de Sliders avariados em motos iguais a sua. Procurem depoimentos de usuários, mas atentem ao fato que quedas são imprevisíveis e nem sempre o que funcionou com um vai funcionar com vocês. Quanto ao valor, o Slider da Procton Racing é encontrado no mercado brasileiro por cerca de 400 reais, 100 reais a menos do que o mal projetado mata-cachorro que matou o pé do Luis Sucupira, citado no início desse texto.

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Outra opção é o Slider RSi, lançamento do amigo Richardson do Fórum HOL, com um produto inédito para NAKEDS no Brasil. Confira:


Slider desenvolvido e produzido todo em alumínio aeronáutico proporcionando maior leveza e durabilidade, sendo esse modelo com dois pontos de apoio onde divide o esforço e fadigando menos o quadro da motocicleta evitando danos maiores devido a queda. 


Esse modelo alêm de estéticamente diferenciado, ele proporciona um aspecto de originalidade na motocilceta deixando-a como se fosse original de fábrica.


Como esse modelo de slider necessita de dois pontos de apoio para ser fixado, somente alguns modelos de motocicletas nakeds possuem tais fixação, não sendo possível fabricar para todas. Os modelos que dispomos no momento são para a Hornet 2008/2013 e Kawasaki Z1000 2010/2013, sendo os preços promocionais de lançamento de R$385,00 e R$450,00 respectivamente.

Contatos pelo email: rsiusinagem@gmail.com ou pelo telefone (14)3417.5552, ou acessem o site rsiracing.com.br

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Impressões finais - Viagem à Machu Picchu




Algumas considerações finais sobre a viagem, são meus comentários particulares, e somente a respeito do trecho que percorremos em cada país, época do ano, etc..., não podendo ser generalizado...

Clima
*Argentina - Muito calor, principalmente no Chaco. Agradável de dia na cordilheira, mas frio à noite
*Chile - frio nas cordilheiras, calor ameno no litoral. Seco
*Bolívia - temperatura amenda o tempo inteiro,  andamos só no altiplano. Seco
*Peru - idem à Bolívia, mas a partir da Amazônia começou a esquentar, chegando a ficar insuportável.
*Brasil - Muito calor do Acre ao Rio Grande do Sul, chuva ligeiras no norte

Câmbio/Dinheiro
*Argentina - O Câmbio esta muito bom, praticamente 3 pesos por 1 real. A gasolina ainda é a mais barata mas já está próxima do nosso preço. Hotel e Comida mais barato que no Brasil. O cambio foi de 1 real = 2,94 pesos
*Chile - O país mais caro pra se viajar, gasolina e hotel muito caros. Comida empata com Brasil. O cambio foi de 1 real = 250 pesos
*Bolívia - O país mais barato de todos. Exceto a gasolina, que regula em torno de 3 reais. Hotel e comida muito baratos, artesanato também. 1 real = 2,5 bolivianos
*Peru - Quase tão barato quanto a Bolívia, mas o preço vai subindo conforme se chega perto das cidades turísticas. 1 real - 1,15 soles
*Brasil - Preço da gasolina de 3,20 no Norte, vai baixando até 2,80 mais pro sul.

Segurança
Em nenhum momento nos sentimos ameaçados nesse sentido. Em Copacabana, o Miguel deixou a moto na rua com as bagagens e tudo e ninguem encostou na moto.

Estradas
*Argentina - Trechos ruins no Chaco, com imperfeições e alguns buracos. Trecho da Cordilheira perfeito, com 1 pequeno desvio pela terra para conserto da estrada. Pedágio só pra carros
*Chile - Perfeito, não se encontram buracos. Sinalização excelente. No meio do nada, gente trabalhando, instalando placas, pintando a estrada... muito bom! Não lembrode pedágios
*Bolívia - Empata com o Brasil, trechos muito bons e trechos mal conservados (perto de La Paz). Pedágio só pra carros.
*Peru - Quase empata com o Chile, estradas novas, de cinema. O trecho da interoceânica é a estrada dos sonhos, sinalizada em todos os detalhes. Porém, o pessoal lá gosta de quebra-molas. Muito pedágios, mas quase todos fechados. Moto nao paga.
*Brasil - Ruim no Acre, trechos bons e ruims em Rondônia e Mato Grosso. Ótimo no Mato Grosso do Sul. Um lixo no Paraná... Alguns buracos no SC e RS, no mais é bom... Nenhum pedágio, nem pra carro.

Polícia
*Argentina - Polícia corrupta incomoda em Corrientes, trocam multa inventada por propina
*Chile - Não existe propina, polícia muito séria
*Bolívia, Peru e Brasil - Não fomos parados na estrada nenhuma vez

Aduanas
*Argentina - Muito rápida
*Chile - rápida, mas eles revistam as malas em busca de alimentos e coisas do tipo.
*Bolívia - Demorado, vários formulários, assinaturas, guiches. Reserve 3h
*Peru - Migração é rápida, entrada da moto MUITO demorada. Pedem ajuda na caixinha. Reserve 3h

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Informações e Serviços



Argentina
DDI 54
Telefones de emergência: Polícia 101 / Bombeiros 100 / Ambulância 107
Fuso Horário: Mesmo do Brasil, exceto no horário de verão, quando ficamos com 1h a mais que a Argentina
Eletricidade: 220V, tomadas de 2 e 3 pinos (redondos)


Bolívia
DDI 591
Telefones de emergência: Polícia 110 / Bombeiros 119 / Ambulância 118
Fuso Horário: 1h a menos que o horário de Brasília (mesmo fuso de Campo Grande e Cuiabá), exceto no horário de verão, quando ficamos com 2h a mais
Eletricidade: Voltagem predominante é 220V, mas em localidades como La Paz e Potosi é 110V. Os pinos são iguais aos brasileiros.


Chile
DDI 56
Telefones de emergência: Polícia 133 / Bombeiros 132 / Ambulância 131
Fuso Horário: 1h a menos que o horário de Brasília , exceto no horário de verão, quando ficamos com 2h a mais
Eletricidade: 220V, tomadas de 2 e 3 pinos (redondos)


Peru
DDI 51
Telefones de emergência: Polícia 105 / Bombeiros 116
Fuso Horário: 2h a menos que o horário de Brasília , exceto no horário de verão, quando ficamos com 3h a mais
Eletricidade: 220V, maioria das tomadas é de dois pinos redondos


quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Viajando pela América - Planejamento e Segurança




Vemos muitas pessoas falando das dificuldades de se empreender uma viagem internacional pelos paises da América (corrupção da polícia, violência, etc.). O quadro não é tão ruim e assustador quanto pintam, bem pelo contrário. Algumas dicas:

-Procure pesquisar sobre a cultura do país em questão, documentação exigida, situação política e econômica, segurança e etc.
-Ao chegar na aduana, questione ao policial aduaneiro a respeito da situação da estrada, abastecimento e segurança da viagem.
-Preveja uma rota alternativa, caso seja impossibilitado de entrar no país por qualquer que seja o motivo.
-Não adianta reclamar da polícia se você não tem a documentação mínima exigida, viaje preparado
-Faça um check-list e revise cada item antes de partir
-Ninguém está livre da violência, nem mesmo no Brasil (talvez o mais violento de todos), sempre que possível viaje em grupos e de dia. Procure um lugar seguro para passar a noite. Fique atento a movimentações estranhas na estrada.

Mesmo assim, nem tudo está sob nosso controle, estamos propensos a terremotos e vulcões (Chile), nevascas e frio (Cordilheira), inundações e deslizamentos (região amazônica) por exemplo. Se contablizarmos tudo o que pode acontecer, certamente viveríamos em uma bolha. Para viver, é preciso correr riscos! Faz parte da aventura, boa viagem!

* segue exemplo de Check-List para viagem internacional (América do Sul)