segunda-feira, 15 de abril de 2013

Moto Roteiro - Ruta Uruguay 2013

Como já é de praxe, após as grandes viagens, costumamos "esticar" um feriado para intercalar com a possível viagem de fim de ano. O destino, novamente o Uruguai, que sempre nos atrai com suas belas e tranquilas paisagens, perfeitas estradas, muitas retas e pouquíssimo tráfego de carros/caminhões.

Dessa vez, com novos amigos experimentando os prazeres dessa viagem. Até agora, são 8 motos confirmadas:

2x Hornet
2x XJ6
1x CBR 600F
1x HD 883
1x HD FatBoy
1x CB 300R

Este será o adesivo e logo da viagem, nossa marca vai ficar nos postos espalhados pelo trajeto:

Camiseta da viagem!!


O roteiro não tem muitas novidades comparando com os anos anteriores, a mudança com relação ao ano passado é a troca de Montevidéu por Colonia del Sacramento. O esquema, o mesmo de sempre, sair cedo, curtir a estrada, almoço leve e um jantar típico à noite. A ideia é finalmente conhecer o Forte Santa Tereza no horário de visitação, coisa que ainda não conseguimos. Em Rivera, compras para as patroas (presente pela liberação hauhuua) e retorno em seguida. Uma boa oportunidade para trocar o pneu, os preços são bons (LOJA LARRATEA - PIRELLI)

1° Dia: Erechim - Punta del Diablo - 890km
2° Dia: Forte Santa Tereza - Colonia del Sacramento - 467km (visita ao forte pela manha)
3° Dia: Colonia del Sacramento - Rivera - 511km
4° Dia: Rivera - Erechim - 620km



segunda-feira, 8 de abril de 2013

Primeiras impressões - CBR 600F C-ABS - Entre a razão e a emoção!


Depois da Hornet ter cumprido mais uma missão, vendi minha companheira modelo 11/12, que já estava com seus bons 23mil km rodados hehe...

Feito isso era hora ir em busca da próxima moto. A Hornet sempre atendeu todas as minhas expectativas quanto a o que um moto deve oferecer, mas já era minha segunda e estava procurando algo novo. A lógica era buscar uma moto "Touring" ou "Big Trail" pois meu uso básico é em viagens. Porém, sempre torci o nariz pra elas, em geral feias e pesadas. Por outro lado, a paixão pelas esportivas, mas que cobram um preço muito alto do conforto em longas distâncias...


Por fim, minha escolha acabou sendo óbvia, a CBR 600F, que além da parte da esportividade, mantinha praticamente a mesma posição de pilotagem da Hornet, com o acréscimo das carenagens e principalmente da bolha! Se já não bastasse, todos acessórios que tenho para Hornet (exceto o Slider) servem na CBR. Feito! ta decidido!


Até fui atras de uma 0km mas além do preço desagradável, agora só tem aquela azul/vermelha/branca que não me agradou... queria uma preta com ABS, e sendo assim só usada. Achei uma 12/12 com 2.300km, e consegui um bom preço, apesar de que o dono anterior era um amador completo no que diz respeito aos cuidados com a moto. Além do relaxamento, a moto já havia caído (parada ou bem devagar) pois estava com um manete torto e escoriações leves na carenagem. Descontado isso, nada que um bom trato não deixe a moto nova!



Rodei meus primeiros km esse fim de semana, foram cerca de 310km vindo de Feliz/RS até minha casa, isto por que comprei a moto em uma cidade ao lado (Caxias). De fato, o semi-guidão da CBR não é tão confortável quanto o guidão da Hornet, mas nem de longe desconfortável. Na cidade não é o ideal, mas na estrada essa diferença quase nem se nota.


O ABS foi um item que me surpreendeu, alem da segurança que oferece, ajuda muito no conforto... podemos simplesmente frear com a traseira na cidade para uma tocada mais confortável que o C-ABS faz o resto. Acho que o consumo das pastilhas tende a aumentar com essa prático, vamos ver com o tempo.

Já a proteção aerodinâmica é incontestável, muda completamente a moto. Se eu não soubesse, não acreditaria que se trata da mesma ciclística e motor da Hornet. A partir dos 100km/h ja se nota uma melhora no conforto e depois dos 140 a coisa continua interessante, sem aquele vendaval da Hornet tentando nos arrancar da moto. Acredito que é possível manter uma velocidade de cruzeiro de 160km/h sem se cansar, a moto me passou esta impressão... Nos picos de 200km/h da mesma forma, a segurança transmitida é muito boa.


O consumo me agradou tb, a reserva acendeu com 266km, e abasteci a moto após 310km, num total de 16,3 Litros. Media exata de 19km/L. Lembrando que o tanque é menor que o da Hornet com 18L (no manual), resta saber se na prática isso funciona...
Detalhe: Rodei os 310km sem descer da moto, não sei se pela motivação da novidade ou por ser muito boa hehe

Conclusão final: Fiquei muito satisfeito com a moto, achei muito bonita e na prática, representou um bom ganho com relação à Hornet... espero fazer bons Kms com ela!!


segunda-feira, 11 de março de 2013

Escolhendo um bom Slider... e um modelo inédito para NAKEDS

Texto extraído do site MOTONLINE, esclarecendo muitas dúvidas a respeito do tema! Boa Leitura!!


Texto: Paulo Couto
Fonte: Motonline



Certamente vocês já ouviram falar do popular “mata-cachorro”, aquela estrutura de metal que se usa (ou se usava) em algumas motos para proteger suas partes mais caras de danos graves em caso de quedas. O mata-cachorro se tornou popular lá pelos anos 70, quando muitos usavam bolinhas de naftalina no tanque para aumentar a octan agem do combustível e fazer a moto andar mais... Depois de muito motor destruído e carburadores solidificados com tanto resíduo de nafta, e talvez um pouco de amadurecimento do motociclista, a naftalina foi finalmente esquecida, bem como outros mitos absurdos no mundo motociclístico, mas o mata-cachorro não, esse continua firme e forte e é uma das primeiras peças que os incautos procuram colocar em suas motos, especialmente nas Customs. 

A questão não é o mata cachorro em si, e sim os “projetos” dos mata-cachorros vendidos no Brasil. As motos Harley Davidson, especialmente nos modelos maiores, usam mata-cachorro sem problema algum. São cuidadosamente estudados para não causar danos ao quadro em casos de queda, e se deformar adequadamente reduzindo os danos à moto e ao piloto. Infelizmente, não é qualquer barra de metal que faz esse papel corretamente. Nosso colunista Luis Sucupira há coisa de quatro meses atrás sofreu uma queda boba com sua Shadow 600, queda essa que não teria causado nenhum dano na moto e nem a ele se não fossem justamente dois acessórios muito populares e mal projetados vendidos largamente no país. Um deles é a popular “bolha” de acrílico (que devia ser proibida...) que se quebrou em lâminas afiadas como faca. Se ao invés de uma queda lateral (uma derrapagem comum) como a que ocorreu Sucupira tivesse tido uma batida frontal, daquelas onde o motociclista é jogado para frente da moto atravessando a bolha, àquelas laminas assassinas teriam realizado uma bela lipoaspiração no seu abdômen. E o suporte de metal da tal bolha, aquela maldição planejada por um aprendiz de engenheiro, entortou e destruiu o painel da Shadow que sequer havia encostado no chão. Um a zero para o acessório popular mal projetado... 


Nessa queda boba o outro acessório causador de danos foi justamente o mata cachorro, um belo bigode de metal bastante popular, cheio de cromados e o-rings de borracha fazendo “estilo Custom” que ao entortar prensou o pé esquerdo do Sucupira que, mesmo usando uma bota reforçada, precisou de uns 10 dias para curar a luxação. Dois a zero para o acessório popular mal projetado. 

Agora imagine você, dono de uma moto esportiva com carenagem completa, ou uma moderna Naked cheia de estilo, instalando uma barra de metal cromada em formato de bigode na frente do quadro, achando que está protegendo algo... É para isso que foram inventados os Sliders, especialmente para as esportivas, ou os protetores de motores envolventes para as Big-Trails, que são mais eficientes no fora de estrada. Hoje vamos falar dos Sliders, e em especial de um ótimo produto fabricado e vendido no Brasil pela Procton Racing.


Slider é uma variância do “Slide” que em inglês que significa deslizar, o Slider seria, portanto, o “deslizador”, ou seja, um ponto de contato da moto com o chão feito especialmente para deslizar no asfalto, daí porque nas Big-Trails não se usam Sliders... Como é que eles deslizariam na terra? 

No exterior “Slider” é um termo genérico, é possível encontrar “Frame Slider” (para o quadro), Knee Slider (para o joelho do motociclista) e vários outros deslizadores para asfalto. No Brasil, chamamos comumente de Slider especificamente aquele que protege a moto. Ele pode ser fixado na carenagem (não é muito eficiente, porque a carenagem é frágil, mas em certos casos é o único lugar disponível para a instalação), mas é mais comum ser encontrado para fixar no quadro ou diretamente no motor, e podem ser do tipo “direto” ou “indireto” conforme o tipo de suporte usado na instalação. Infelizmente, nem toda moto permite uma adequada instalação de Sliders, por isso é importante avaliar o modelo de suporte mais adequado para a sua moto. O Slider direto é preso diretamente no quadro (daí a denominação “direto”), a maioria das motos esportivas tem pontos de instalação de Sliders em seus quadros com os devidos rasgos na carenagem para deixá-los aparentes. Já o indireto faz uso de algum tipo de suporte para ser instalado, e aqui vão os primeiros cuidados na escolha: A cabeça de impacto (a parte que recebe o choque e desliza no asfalto) é sempre a mesma nos dois tipos, mas o tal do suporte pode se deformar antes da hora ou ele mesmo deformar o quadro, causando um dano na moto muito maior do que a queda poderia causar. Tem muito suporte imbecil nesse mercado, feito pelo mesmo tipo de engenheiro que desenvolveu para os automóveis o “pino bola” que não suporta carreta de engate, e usado pelo mesmo tipo de público consumidor...


Aqui começa a polêmica: Um bom Slider tem que custar menos do que a parte que ele teoricamente visa proteger, e ele precisa ter uma instalação simplificada, que não requeira alterações na moto como cortes na carenagem, furos no quadro ou outras gambiarras similares que evidentemente aumentam o custo da instalação a ponto de não justificar seu uso. Além disso, o Slider precisa ser substituível, pois seu objetivo é servir de contato com o chão, e em caso de queda, trocam-se apenas as pontas dos Sliders (ou as cabeças de impacto, como são conhecidas). E ele tem que ser bonito, combinar esteticamente com a moto linda que você acabou de comprar. Claro! 

Fiz algumas pesquisas sobre Sliders no Brasil e no exterior e vi muita barbaridade por aí. Alguns vendidos no Brasil não passam de tarugos de nylon revestidos com um adesivo imitando fibra de carbono com uma tampa cromada na ponta, e por dentro um parafuso comum prendendo-o no quadro (ou no motor, ou em um fino suporte de metal comum que se entorta facilmente). Vi motos acidentadas em algumas oficinas onde esse tipo de Slider, bastante popular, se quebrava não fazendo seu papel de ponto de contato, e com isso amassando tanque, rabeta, e tudo mais que ele deveria proteger. Em pelo menos dois casos (motos diferentes, com fixação diferente) o Slider causou um empeno no quadro por causa da fixação inadequada, em um deles causou um dano horrível no motor por causa do suporte mal projetado. Muito cuidado com isso! 

Nas minhas pesquisas encontrei o Slider da Procton Racing - http://www.proctonracing.com – com características muito interessantes. Além da beleza estética, o Slider da Procton tem um anel de poliuretano entre a base e a cabeça de impacto (em formato cônico) que amortece boa parte do impacto, mantendo a cabeça em contato com o chão mais tempo compensando o peso da moto. A cabeça em si é feita em liga de bronze, mais maleável que o aço, e por isso mesmo se deforma sem quebrar. O parafuso de fixação, esse sim é de aço inox e é bastante resistente, e não tem sua cabeça exposta. Ele fica embutido por dentro da cabeça de impacto, permitindo que mesmo depois da queda possa ser removido para a substituição de todas as peças necessárias. 

Sliders não fazem milagres. Não vão ajudar muito em uma batida frontal ou em um capotamento. Eles ajudam naquelas famosas escorregadas onde a moto desliza pelo asfalto ou naqueles tombos simples, até mesmo parado, evitando que partes caras da moto sejam avariadas.



O modelo da Procton é composto da cabeça de impacto propriamente dita, comum a todos os modelos, e do suporte especifico para cada moto. No caso da Bandit 1250S o Slider é preso no local onde fica o parafuso de fixação do motor no quadro, que é removido para dar lugar ao eixo do Slider. Preso à base (preta nas fotos) está uma barra de aço inox dividida em duas partes com uma cava no formato de uma meia lua na parte do lado esquerdo, e um longo parafuso também em inox que vai atravessar o suporte do motor. A tal “cava” em meia lua serve para dar espaço para a mangueira de água do radiador que passa encostada nele, e nos dois lados do Slider há anéis externos de poliuretano (preto, nas fotos) que se apóiam no motor e no quadro evitando torções dessa barra em caso de quedas. A instalação é muito simples, não levou mais de 10 minutos para ser feita sem a necessidade de nenhuma ferramenta especial. Complementando o kit existem os Sliders de balança, que em certas motos são bastante úteis, mas que no caso da Bandit tem função apenas estética. É fácil notar por que: Se no lado esquerdo efetivamente o Slider da balança serve como um ponto de apoio no chão, do lado direito o imenso escapamento é a primeira parte a “ver o chão” em caso de queda. E mesmo o uso de escapamentos esportivos menores não vai permitir que o Slider de balança desse lado faça o seu papel. Serve para montar cavaletes, pelo menos.


Na foto acima, vemos o Slider destruído como deve ser, mas seu parafuso interno está intacto. Na foto abaixo, vemos uma leve torção no suporte da CBR 1000RR, mas mesmo assim o Slider cumpriu seu papel.


Contactei Marcelo Gregório, da Procton Racing, para mais informações sobre o produto e ele me mandou algumas fotos dos Sliders destruídos após as quedas, entre elas as fotos acima tiradas pelo próprio cliente, de um Slider instalado em uma CBR 1000 RR 2008 (note que essa moto requer um suporte diferente do utilizado na Bandit), e segundo o depoimento desse cliente a moto só teve danos em uma pequena parte da rabeta e no retrovisor. 

A seguir, mais fotos dos Sliders instalados em uma Bandit.


Na foto acima vemos o lado esquerdo da moto, reparem que a mangueira de água passa exatamente pela cava na barra de suporte do Slider, e que o anel de poliuretano se apóia no motor evitando torções. 


O produto da Procton Racing é de primeiro mundo, excepcionalmente bem acabado e construído a partir de conceitos muito interessantes, e por isso fiz minha aposta neles. Infelizmente nem toda queda é igual e nem sempre o Slider (de qualquer marca) é capaz de salvar a moto, o que dificulta a análise da sua funcionalidade e torna muito subjetiva a validade dos depoimentos dos usuários que sofreram quedas. O que eu posso dizer é que há muito Slider no mercado brasileiro com visíveis erros de projeto, ou com suportes completamente imbecis, como vários outros acessórios vendidos livremente por aqui. Antes de comprar um Slider, investiguem bem a sua construção e principalmente a sua fixação na sua moto. Se possível peçam ao fabricante ou em oficinas de reparos fotos de motos avariadas ou de Sliders avariados em motos iguais a sua. Procurem depoimentos de usuários, mas atentem ao fato que quedas são imprevisíveis e nem sempre o que funcionou com um vai funcionar com vocês. Quanto ao valor, o Slider da Procton Racing é encontrado no mercado brasileiro por cerca de 400 reais, 100 reais a menos do que o mal projetado mata-cachorro que matou o pé do Luis Sucupira, citado no início desse texto.

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Outra opção é o Slider RSi, lançamento do amigo Richardson do Fórum HOL, com um produto inédito para NAKEDS no Brasil. Confira:


Slider desenvolvido e produzido todo em alumínio aeronáutico proporcionando maior leveza e durabilidade, sendo esse modelo com dois pontos de apoio onde divide o esforço e fadigando menos o quadro da motocicleta evitando danos maiores devido a queda. 


Esse modelo alêm de estéticamente diferenciado, ele proporciona um aspecto de originalidade na motocilceta deixando-a como se fosse original de fábrica.


Como esse modelo de slider necessita de dois pontos de apoio para ser fixado, somente alguns modelos de motocicletas nakeds possuem tais fixação, não sendo possível fabricar para todas. Os modelos que dispomos no momento são para a Hornet 2008/2013 e Kawasaki Z1000 2010/2013, sendo os preços promocionais de lançamento de R$385,00 e R$450,00 respectivamente.

Contatos pelo email: rsiusinagem@gmail.com ou pelo telefone (14)3417.5552, ou acessem o site rsiracing.com.br

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Moto Passeio - Treze Tilias/SC

Treze Tílias foi fundada em 13 de outubro de 1933, por imigrantes da região do Tirol (principalmente do Tirol Austríaco, mas também do Tirol Italiano), que fugiam da grave crise econômica na Europa. Devido à I Guerra Mundial, a economia austríaca estava abalada e o então ministro da agricultura da Áustria, Andreas Thaler, resolveu imigrar para o Brasil acompanhado de algumas famílias de imigrantes austríacos do Tirol e demais regiões austríacas, em busca de melhores condições de vida. Chegaram ao centro do estado de Santa Catarina, onde encontraram um clima temperado, semelhante ao clima europeu, e terras férteis, propícias para a fundação de uma colônia organizada.

Fomos recepcionados por uma chuva de verão, suficiente para ficar ensopados
  Casa de Andreas Thaler
Prefeitura
Embaixada Austríaca

Pousada Sitio Palmeiras
Fone / Fax: (49) 3537-0026 / 9973-0030 Tim / 9187-2770 Vivo
www.pousadasitiopalmeiras.com.br

Túnel verde entre Treze Tílias e Joaçaba

Roteiro Realizado

Distância total: 336 Km em 2 dias
Gasolina: R$ 69
Alimentação: R$ 112
Hospedagem: R$ 150

Total: R$ 331

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Viagem Antiga - Buenos Aires e Montevideo 2011

Um relato antigo, de uma viagem de 5 dias de moto pelo RS, Argentina e Uruguai. Relembrando essa já da vontade de refazer o roteiro:



Fica a dica de um passeio muito legal, sem investimentos absurdos que pode ser feito em 4 ou 5 dias dependendo do ponto de partida. 

Fomos em 3 motociclistas:

Matias - Hornet (eu)
Márcio - Boulevard M800
Marcelo - Falcon

20/04/11
Saida de Erechim/RS às 6h00. Almoçamos no caminho e chegamos em Rivera por volta das 15h. Chuva torrencial. Eu e o Márcio já haviámos programado para trocar os pneus traseiros, vale a pena (Larratea Neumáticos). Aduana. Não tinhámos lugar para dormir, jantamos na cidade e seguimos viagem noite adentro (leve chuvisco). Cerca de 100km adentrando o Uruguai armamos as barracas em um posto.

21/04/11
Acordamos cedo, tomamos um café e seguimos viagem. Por volta do meio dia, atravessamos a fronteira em Paysandu (ARG). Almoçamos logo a seguir no primeiro posto que encontramos. Lá, conhecemos um parceiro de viagem que ia também para Buenos Aires (Adalberto Dorrego). o mesmo nos alertou sobre a policia metropolitana, que está sempre atenta (nao ultrapassar em faixa contínua. Saimos do posto. andamos cerca de 1 km e ULTRAPASSAMOS em faixa contínua. Multa de quase 500 reias (doeu muito!!). Paciência... seguimos viagem ocm nosso amigo argentino que nos levou até o Hostel que haviámos reservado, deixamos as bagagens para um rolê na capital seguido de janta.

22/04/11
Acordamos cedo (novamente) para embarcar no Buquebus (Balsa) com destino a Colonia del Sacramento (URU). chegando lá, rodamos cerca de 150km até chegar em Montevideo onde ficariamos em outro Hostel (dia light). passeios pela capital uruguaia.

23/04/11
Novamente na estrada, de Montevideo, contornamos o litoral uruguaio (Piriapolis, Punta) com destino ao Chuy (URU). Resolvemos acampar no forte Santa Tereza, muito bonito. após organizar as barracas, seguimos até a fronteira com o Brasil fazer algumas compras para a janta.

24/04/11
Ultimo dia!! o mais conturbado, tinhámos quase 1000km para rodar até nosso destino final (casa). Seguimos viagem até Rio grande onde almoçamos. Estrada e mais estrada. Por volta das 18h estávamos em Santa Cruz, a 300 km de Erechim. Mesmo com o GPS, pegamos um caminho errado (andamos cerca de 30km). No retorno para rodovia principal, rompeu a correia do Marcelo... mais de 2h até estar tudo certo. Ainda tivemos muita sorte de achar um mecânico no domingo de Páscoa!! Janta no primeiro posto, casaço começou a bater... Após escurecer, ficou muito frio, mesmo com as roupas complicou mesmo. Uma garoa fina e uma neblina para atrapalhar. Chegamos por volta de 2h da manhã em Erechim, cansados mas prontos para a próxima aventura!





































Roteiro Realizado (o google maps, não consegue fazer a rota completa)
Parte 1

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Parte 2

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Parte 3

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